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10 PASSOS PARA UM GRANDE AMOR

fevereiro 12th, 2010 • By: Beleza Sustentável Sem categoria

Por Rosana Braga – Palestrante do evento Beleza Sustentável 2010

A ciência já provou que o amor é o melhor remédio para a saúde do homem. Médicos perceberam que, quando uma pessoa está vivenciando uma experiência de amor (tranqüilidade, satisfação), seu corpo produz hormônios que reequilibram todo o organismo, além de causarem profunda sensação de bem-estar. Além disso, pessoas apaixonadas e correspondidas estão muito menos expostas às doenças do que aquelas que não experimentam esse tipo de sensação.

Depois de desacreditar totalmente nos relacionamentos afetivos constituídos no formato tradicional, a jornalista Rosana Braga buscou respostas para suas incertezas na psicoterapia junguiana. Paralelamente, começou a pesquisar o tema e observar as relações de uma forma mais crítica e consciente. Sempre atenta às suas próprias relações, descobriu em si mesma o caminho que a conduziria ao encontro com seu grande amor. E para manter essa relação tão preciosa, foi percebendo que os pequenos detalhes são os que mais contam, que as pequenas atitudes do cotidiano é que fazem a grande diferença na manutenção dos sentimentos. Assim, tornou-se defensora da idéia de que o amor é construído passo a passo, e que nada, absolutamente nada pode garantir um final feliz, exceto a firme decisão de viver feliz um dia após o outro.

Juntamente com o conferencista Marcelo de Almeida, começou a ministrar workshops sobre relacionamentos amorosos e decidiram, então, transformar suas percepções e – mais – sua própria vivência, numa obra que relatasse de forma simples, bem-humorada e profunda, os passos que consideraram essenciais para a felicidade conjugal. Daí nasceu o livro 10 Passos para um grande amor, publicado pela Editora Mercuryo, com textos que prendem o leitor porque sugerem uma nova maneira de lidar com questões importantes como a dualidade das pessoas e seus relacionamentos afetivos. Rosana faz uso de linguagem acessível sem, contudo, perder a profundidade e a essência peculiares das grandes mensagens, mostrando que o conteúdo desta obra é resultado de um profundo trabalho de autoconhecimento da autora, em busca de um grande amor.

“Certamente, não é muito fácil sermos um e sermos dois ao mesmo tempo. Mas esta é a magia que o amor promove na vida das pessoas que estão dispostas a vivê-lo intensamente. Isso não significa que os medos e as dúvidas vão desaparecer ou se diluir pela força do amor. Esses são sentimentos que fazem parte da condição humana. O medo e a dúvida fazem parte do processo, de qualquer processo, de qualquer escolha, de qualquer comprometimento que fizermos ao longo de nossas vidas. Mas podem se tornar menores que o amor quando reconhecemos que os sentimos e, principalmente, quando podemos compartilhá-los com a pessoa amada.”

Tá doendo?!? Então, solta!!

fevereiro 11th, 2010 • By: Beleza Sustentável Sem categoria

Por Rosana Braga – Palestrante do Beleza Sustentável 2010

Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda? Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua?
Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos.

Errou? Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!
Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu… Valide a dor do outro, sempre.

Ta difícil conseguir uma nova chance? Dê um tempo. Espere… Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.

Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou? A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?

Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo? Não sabe mais o que fazer para parar de doer? Acredite, só tem um jeito: solta!

A dor é conseqüência de um apego inútil! Deixa ir… Deixa rolar… Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!

Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse. Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!

Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”! Isso é o que desejo a mim e a você, quando estivermos doendo…

De bem com os números

fevereiro 8th, 2010 • By: Beleza Sustentável Sem categoria

Por Juliana Garçon – Palestrante do evento Beleza Sustentável 2010

Repense a relação com a matemática e os conceitos financeiros

Matemática era a matéria em que eu tirava as piores notas na escola. Com o tempo, aprendi a gostar. E verifiquei que o pavor de números é um mal que acomete um sem-número de mulheres.

“As mulheres tomam decisões com base numa combinação de raciocínio e intuição, enquanto os homens se baseiam mais em fatos e estatísticas”, diz a consultora de investimentos Sandra Blanco, em seu livro “A Bolsa para Mulheres – A experiência de um clube de investimento em ações”, lançado pela editora Campus Elsevier, no ano passado, como parte da coleção Expo Money.

Sentido-se mais seguros, por sua vez, os homens operam com mais freqüência (45%) no mercado de ações. A autora cita o estudo “Boys will be boys: gender, overconfidence and commom stock investiment” (Garotos serão sempre garotos: gênero, excesso de confiança e o investimento no mercado de ações), da dupla de pesquisadores Brad Barber, da Universidade da Califórnia, e Terrance Odean, da Universidade de Berkeley.

Até aqui, parecemos estar em desvantagem, certo? Em termos.

Seja por insegurança em relação à matemática e às finanças, seja por rejeição consciente do risco, as mulheres tendem à postura mais conservadora. Fazem menos compras e vendas de ações. Estudam suas estratégias e se mantém fiéis a elas. O resultado é retorno líquido um pouco maior. (No estudo de Barber e Odean, os homens tiveram retorno 1,4% menor do que as mulheres).

Além do mais, a falta de segurança em relação às habilidades matemáticas não significa falta de habilidade ou habilidade menor. Muitas mulheres dominam esse território _veja a Sandra, formada em matemática pela PUC-SP e criadora do clube de investimentos MulherInvest.

Poucas, porém, estão habituadas a vê-la como uma ferramenta para conquistas reais _bem estar, conforto, segurança_ e a falar sobre dinheiro. Mas vivemos numa sociedade capitalista, e o meio de troca é o dinheiro. Deveríamos tratar dele com mais atenção.

“Por que a maioria das mulheres não gosta de falar de dinheiro?”, pergunta Sandra, para responder:

i) Por estar endividada. O descontrole se materializou. O melhor “é encarar o bicho de frente”, diz Sandra. Adiar a solução torna constante o sentimento de desconforto das preocupações, leva a privações, derruba a auto-estima e reduz a produtividade.

ii) Por estar em boa situação financeira. Isso é bom! Mas é preciso ficar atenta ao risco é de a fonte secar _por exemplo, perder o emprego. Daí a necessidade de aplicar a poupança e, para acentuar seu crescimento, vencer o medo de aplicar em ações. A consultora afirma: inteligência financeira pode ser desenvolvida!

Artigo: Nem só de emprego se faz dinheiro

fevereiro 5th, 2010 • By: Beleza Sustentável Sem categoria

Negócio próprio é outro caminho para as conquistas
Por Juliana Garçon (Juliana Garçon é uma das palestrantes do evento Beleza Sustentável 2010)

Sai mais barato dar o cartão de crédito para a mulher ir ao shopping do que deixá-la montar berçário, escolinha infantil, qualquer coisa.

Nosso professor estava falando sobre a importância de planejar e gerir um negócio. Ele gostava de provocar a metade feminina da classe. Daí evocar uma imagem poeirenta das empreendedoras.

A cada dia, mais mulheres criam e gerem empresas. Principalmente, microempresas. Com elas, conquistam independência para si e bem-estar para suas famílias. Mas, em geral, falta capacitação para pilotar o negócio, o que pode comprometer os resultados e a sobrevivência da empresa.

Um projeto mundial chamado “10.000 Mulheres”, que acaba de chegar ao País, pretende dar uma força às profissionais que têm ou querem ter um negócio próprio. É patrocinado pelo banco norte-americano Goldman Sachs e pretende colocar em sala de aula, ao longo dos próximos cinco anos, 500 mulheres da América Latina.

No Brasil, o programa é realizado pela Fundação Getulio Vargas. Trata-se de um programa de quatro meses com lições de práticas de administração, marketing, finanças e RH. O primeiro grupo tem 82 mulheres, divididas em duas turmas – uma com as mulheres que estão engatinhando como empreendedoras e outra para as que já têm alguma experiência.

Minha vizinha foi uma das selecionadas na turma avançada. Engenheira com carreira numa empresa da área de tecnologia, deu uma guinada animal, inspirada por seus dois cãezinhos peludos. Ela deixou o emprego para montar um centro de estética de pets, com escola de tosa para pessoas e vários serviços para bichos. Um sonho que está defendendo com unhas e dentes.

Fonte: http://www.bmfbovespa.com.br/mulheres/

Mães à beira de um ataque de nervos

fevereiro 3rd, 2010 • By: Beleza Sustentável Sem categoria

Por Juliana Garçon (Juliana Garçon é jornalista da BM&FBovespa e estará no evento Beleza Sustentável 2010).

Tem coisa que parece bobagem. Fazer lista de supermercado, por exemplo. Tem cara de conselho chato que a mãe dá e a gente tem gosto em não seguir. A carapuça me cai bem. Acho muito mais fácil e divertido flanar pelos corredores, ir lembrando do que preciso e checando as novidades. Isso quando a geladeira já está fazendo eco, de tão vazia, acabou o café e o papel higiênico está no fim.

Só que, no planejamento financeiro, como em outras esferas da vida, algumas rotinas velhas e simples funcionam mesmo. É o caso da tal lista de compras de supermercado. Já que não dá para contornar a necessidade de alimentos e itens de higiene e limpeza, essa contabilidade deve ser a primeira no controle de gastos do mês.

Ao sair de casa, em tese, já deveríamos ter uma boa noção de quanto vamos deixar lá, mas todo mundo gasta mais do que o necessário no supermercado. Natural, pois as lojas são preparadas pelos melhores especialistas para estimular o consumo. Talvez sejam até mais “perigosas” do que os shoppings, onde vamos paquerar vitrines, às vezes sem disposição para sacar a carteira.

No supermercado é diferente. O espírito já está preparado para um desembolso razoável. Quando o carrinho está meio cheio nem lembramos de tudo que já jogamos ali, e uma coisinha a mais “não vai fazer diferença”. Além disso, temos de enfrentar uma bela fila, e no mês que vem as coisas estarão mais caras. Enfim, chega a parecer sensato levar uns itens que nem sabemos bem quando e como usar.

Mas é claro que não é sensato. Com a inflação sob controle, fazer estoques se tornou inútil. “A pessoa leva produtos que vão acabar estragando. Ou acaba comendo demais porque é tentador ou para evitar desperdícios”, diz Cássia D’Aquino, consultora especializada em educação financeira. Ao fazer a lista, verificamos o que precisamos e o que queremos. É um momento para fazer escolhas. Isso não quer dizer veto total a uns produtinhos supérfluos. Mas que estamos pensando, priorizando e elegendo nossos próprios mimos em vez de deixar isso para o acaso e os profissionais do marketing. E daí, o que é excesso de gasto – ou “gordura”, no jargão financeiro – vira uma moeda a mais no seu porquinho.

“Isso é fácil para quem não tem filhos”, você está pensando agora. Tem toda razão. Nada como uma criança se jogando no chão para o controle – tanto orçamentário quanto emocional – evaporar. Tive uma chefe que, diante do surto da filha pequena, largou o carrinho que havia levado uma hora para encher, botou a fofinha no carro e voltou para casa chorando de frustração e desespero. Minha dentista, por sua vez, pediu ao faxineiro do mercado que varresse o filho na ocasião em que o herdeiro deu show. “Um filho assim eu não quero”, ela teria dito, e o moleque estava em pé num segundo.

Para evitar cenas assim, Cássia sugere envolver as crianças no planejamento das compras. “Alguns consultores dizem para não levar os filhos ao mercado. Mas nem sempre há com quem deixá-los, e não dá para simplesmente amarrá-los num poste.” É preciso ensinar as crianças a lidar com dinheiro, com o fato de que é um recurso finito. “Filhos que se jogam no chão refletem pais que jogam qualquer coisa no carrinho.”

Quando estiver fazendo a lista, recomenda Cássia, peça à criança para que vá ver se ainda há determinado produto – sabonete, por exemplo. Constatada a necessidade de X sabonetes, ela se torna responsável pela compra. Essa rotina pode ser praticada a partir dos três anos de idade e deve ser sofisticada com o amadurecimento. “As crianças ficam mais calmas no supermercado, pois têm uma missão. E, ao ver que os pais estão definindo e listando os produtos, entendem melhor que não adianta pedir algo a mais, fora da lista.”

Elas também podem ter a chance de negociar durante elaboração do rol. Poderá levar chocolate, mas abre mão do sorvete. “As opções da criança ficam estabelecidas. E ela começa a ver que é preciso fazer escolhas, não se pode ter tudo, e que é preciso planejar as coisas.”

A brincadeira de fazer lista e ir ao supermercado tem apenas duas regras importantes:

i) siga a sua lista!

ii) nunca, jamais, em hipótese alguma, leve os pequenos com fome, com sono ou cansados, situações em que são altas as chances de um chilique. Aliás, justificável.
FONTE: BM&FBovespa – www.bmfbovespa.com.br/mulheres