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Alimentação correta
Por Marco Antonio Tommaso – Palestrante do Beleza Sustentável 2010
Muitas pessoas que fazem dieta se queixam que a noite têm mais dificuldade para seguir seu projeto de emagrecimento.
Ingerem 50% ou mais das calorias após a última refeição, entre as 20 e 6 horas, preferencialmente carboidratos e gorduras. O despertar é acompanhado de anorexia matutina (ausência de fome) e aos poucos vai se instituindo o hábito de refeições menores durante o dia e poupança de calorias a serem consumidas a noite. Algumas pessoas passam a planejar seu dia desta forma. Dieta de dia, comilança à noite. Essas pessoas podem apresentar insônia e chegam a levantar do leito para comer.
A comida funciona como uma espécie de ansiolítico e antidepressivo. Após a ingestão essas pessoas sentem-se culpadas.
Os desencadeantes são conflitos afetivos, ansiedade, stress, depressão, isolamento social, rompimentos afetivos, entre outros.
Ocorre em 1,5% da população, 10% dos obesos e em 27% dos obesos mórbidos.
Difere da compulsão alimentar, onde a ingestão de alimento é maior. Pessoas que apresentam compulsão alimentar levantam-se menos para comer a noite.
Se não for tratado, põe por terra qualquer projeto de emagrecimento, por mais competente que seja. O tratamento é interdisciplinar e envolve atendimento psicológico, nutricional e médico.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever – Dove na Campanha pela Real Beleza
- Psicólogo das Agências Elite e L’Equipe de modelos.
11 – 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
http://tommasopsicologia.blogspot.com/
Sim, Armani, você está certo!
“As mulheres querem o poder”, diz Giorgio Armani
Por JULIANA LOPES – Fonte UOL
Logo após a primeira de uma das duas apresentações da grife Emporio Armani, nesta sexta-feira (26), o lendário estilista italiano Giorgio Armani, com expressão de vigor e ânimo, contou como é a mulher a quem a marca se refere.
Giorgio Armani em entrevista no backstage do desfila da Emporio Armani, em Milão (26/02/2010)
“Uma mulher que não quer mais ser apenas bela. Uma mulher que se impõe com força e quase agressividade”, disse o estilista ao UOL Estilo. Sua coleção para o Inverno 2010/11 apresentou ombros potentes e estruturados e valorização de traços geométricos (nos cortes de cabelo, nos acessórios, nas fendas diagonais). Segundo Armani, esta é uma busca de firmeza e definição no comportamento da mulher. “As mulheres querem recuperar o poder. Elas querem o poder”.
Como as mulheres dos anos 80? Que começaram a vagarosamente tomar os postos de trabalho, inclusive os anteriormente dominados pelos homens?, perguntou o UOL ao estilista. Ele sorri, porque sabe que a referência oitentista é impossível de ser negada. Mas demonstra que é apenas uma nuance. “Sim… digamos que também remetemos àquela mulher”, disse, despedindo-se e caminhando protegido por seus seguranças.
Envolva as crianças no planejamento das compras
Por Juliana Garçon – Palestrante do evento Beleza Sustentável 2010
Tem coisa que parece bobagem. Fazer lista de supermercado, por exemplo. Tem cara de conselho chato que a mãe dá e a gente tem gosto em não seguir. A carapuça me cai bem. Acho muito mais fácil e divertido flanar pelos corredores, ir lembrando do que preciso e checando as novidades. Isso quando a geladeira já está fazendo eco, de tão vazia, acabou o café e o papel higiênico está no fim.
Só que, no planejamento financeiro, como em outras esferas da vida, algumas rotinas velhas e simples funcionam mesmo. É o caso da tal lista de compras de supermercado. Já que não dá para contornar a necessidade de alimentos e itens de higiene e limpeza, essa contabilidade deve ser a primeira no controle de gastos do mês.
Ao sair de casa, em tese, já deveríamos ter uma boa noção de quanto vamos deixar lá, mas todo mundo gasta mais do que o necessário no supermercado. Natural, pois as lojas são preparadas pelos melhores especialistas para estimular o consumo. Talvez sejam até mais “perigosas” do que os shoppings, onde vamos paquerar vitrines, às vezes sem disposição para sacar a carteira.
No supermercado é diferente. O espírito já está preparado para um desembolso razoável. Quando o carrinho está meio cheio nem lembramos de tudo que já jogamos ali, e uma coisinha a mais “não vai fazer diferença”. Além disso, temos de enfrentar uma bela fila, e no mês que vem as coisas estarão mais caras. Enfim, chega a parecer sensato levar uns itens que nem sabemos bem quando e como usar.
Mas é claro que não é sensato. Com a inflação sob controle, fazer estoques se tornou inútil. “A pessoa leva produtos que vão acabar estragando. Ou acaba comendo demais porque é tentador ou para evitar desperdícios”, diz Cássia D’Aquino, consultora especializada em educação financeira. Ao fazer a lista, verificamos o que precisamos e o que queremos. É um momento para fazer escolhas. Isso não quer dizer veto total a uns produtinhos supérfluos. Mas que estamos pensando, priorizando e elegendo nossos próprios mimos em vez de deixar isso para o acaso e os profissionais do marketing. E daí, o que é excesso de gasto – ou “gordura”, no jargão financeiro – vira uma moeda a mais no seu porquinho.
“Isso é fácil para quem não tem filhos”, você está pensando agora. Tem toda razão. Nada como uma criança se jogando no chão para o controle – tanto orçamentário quanto emocional – evaporar. Tive uma chefe que, diante do surto da filha pequena, largou o carrinho que havia levado uma hora para encher, botou a fofinha no carro e voltou para casa chorando de frustração e desespero. Minha dentista, por sua vez, pediu ao faxineiro do mercado que varresse o filho na ocasião em que o herdeiro deu show. “Um filho assim eu não quero”, ela teria dito, e o moleque estava em pé num segundo.
Para evitar cenas assim, Cássia sugere envolver as crianças no planejamento das compras. “Alguns consultores dizem para não levar os filhos ao mercado. Mas nem sempre há com quem deixá-los, e não dá para simplesmente amarrá-los num poste.” É preciso ensinar as crianças a lidar com dinheiro, com o fato de que é um recurso finito. “Filhos que se jogam no chão refletem pais que jogam qualquer coisa no carrinho.”
Quando estiver fazendo a lista, recomenda Cássia, peça à criança para que vá ver se ainda há determinado produto – sabonete, por exemplo. Constatada a necessidade de X sabonetes, ela se torna responsável pela compra. Essa rotina pode ser praticada a partir dos três anos de idade e deve ser sofisticada com o amadurecimento. “As crianças ficam mais calmas no supermercado, pois têm uma missão. E, ao ver que os pais estão definindo e listando os produtos, entendem melhor que não adianta pedir algo a mais, fora da lista.”
Elas também podem ter a chance de negociar durante elaboração do rol. Poderá levar chocolate, mas abre mão do sorvete. “As opções da criança ficam estabelecidas. E ela começa a ver que é preciso fazer escolhas, não se pode ter tudo, e que é preciso planejar as coisas.”
A brincadeira de fazer lista e ir ao supermercado tem apenas duas regras importantes:
i) siga a sua lista!
ii) nunca, jamais, em hipótese alguma, leve os pequenos com fome, com sono ou cansados, situações em que são altas as chances de um chilique. Aliás, justificável.
Controle da vida financeira em três lições
Por Juliana Garçon – Palestrante do evento Beleza Sustentável
Minha avó não sabia qual era a moeda do País quando meu avô morreu, no fim dos anos 80. Até então, se faltava alguma coisa na casa, ela avisava e ele ia comprar. Ela simplesmente não lidava com dinheiro, não sabia quanto custava um sabão. Era um costume comum na época deles. Na nossa, as mulheres têm o seu próprio dinheiro. E é comum não saberem direito quanto e no que gastam e não conseguirem poupar.
Para quem está a fim de virar o jogo e assumir o controle, as notícias são muito boas:
1. Não é difícil e há planilhas bacanas de graça na internet. Você só gastará algum tempinho. Para quem está começando a botar ordem nas contas, o consultor Gustavo Cerbasi, autor de “ Dinheiro – os Segredos de Quem Tem” , indica o controle mensal dos gastos. “Guarde notas, recibos e comprovantes dos gastos numa pasta ou gaveta. Pare por duas horas por mês para contabilizar tudo.”
2. Ao ver os gastos de forma estruturada, você enxergará naturalmente os exageros.
3. Você começará o mês com uma previsão de quanto gastará, o que te dá a chance de planejar quanto poupará. “E você passará a ter aversão a prestações”, aposta Cerbasi. “Ficará mal ao ver parte do dinheiro comprometido já no começo do mês.”
A essa altura, a grande pergunta só pode ser “como começo?” São só três passos:
1. Anote as receitas líquidas (quanto de fato entra na conta, depois dos descontos) fixas. Abra uma linha para cada fonte de renda, como salários e aluguéis.
2. Faça a lista de despesas fixas e a de variáveis. Personalize a planilha escolhida!
3. Ao fim do primeiro mês, copie os valores anotados para os meses seguintes. Você já pode prever alguns ajustes, com gastos de Natal, matrículas etc.
Enquanto estiver estocando recibos ou fazendo sua planilha, você vai desenvolver seu próprio jeito de lidar com as informações. Não tem regra fixa, jeito mais certo. Mas algumas dicas extras podem adiantar sua vida:
1. Use cores! Copie os valores anotados para os meses seguintes numa cor. E use outra para colocar o número quando ele for apurado. É a técnica que o Gustavo Cerbasi adota para sua própria planilha.
2. Aperte a torneira: identificou um “ralo” e não consegue fechar? Torne o controle desse item – alimentação, por exemplo – quinzenal ou semanal.
3. Para agilizar o lançamento de valores na planilha, trate de separar as notas quando estiver guardando. Pastas etiquetadas e clipes ajudam muito.
Para encerrar, não sei qual foi o primeiro passo da minha avó, aos setenta e tantos anos. Mas, anos depois da morte do meu avô, ela me surpreendeu contando que não deixava o dinheiro parado na conta corrente. “Coloco no fundón.” Era um fundo DI ou RF chamado de “fundão”. Ela nunca perdeu o sotaque espanhol.
10 PASSOS PARA UM GRANDE AMOR
Por Rosana Braga – Palestrante do evento Beleza Sustentável 2010
A ciência já provou que o amor é o melhor remédio para a saúde do homem. Médicos perceberam que, quando uma pessoa está vivenciando uma experiência de amor (tranqüilidade, satisfação), seu corpo produz hormônios que reequilibram todo o organismo, além de causarem profunda sensação de bem-estar. Além disso, pessoas apaixonadas e correspondidas estão muito menos expostas às doenças do que aquelas que não experimentam esse tipo de sensação.
Depois de desacreditar totalmente nos relacionamentos afetivos constituídos no formato tradicional, a jornalista Rosana Braga buscou respostas para suas incertezas na psicoterapia junguiana. Paralelamente, começou a pesquisar o tema e observar as relações de uma forma mais crítica e consciente. Sempre atenta às suas próprias relações, descobriu em si mesma o caminho que a conduziria ao encontro com seu grande amor. E para manter essa relação tão preciosa, foi percebendo que os pequenos detalhes são os que mais contam, que as pequenas atitudes do cotidiano é que fazem a grande diferença na manutenção dos sentimentos. Assim, tornou-se defensora da idéia de que o amor é construído passo a passo, e que nada, absolutamente nada pode garantir um final feliz, exceto a firme decisão de viver feliz um dia após o outro.
Juntamente com o conferencista Marcelo de Almeida, começou a ministrar workshops sobre relacionamentos amorosos e decidiram, então, transformar suas percepções e – mais – sua própria vivência, numa obra que relatasse de forma simples, bem-humorada e profunda, os passos que consideraram essenciais para a felicidade conjugal. Daí nasceu o livro 10 Passos para um grande amor, publicado pela Editora Mercuryo, com textos que prendem o leitor porque sugerem uma nova maneira de lidar com questões importantes como a dualidade das pessoas e seus relacionamentos afetivos. Rosana faz uso de linguagem acessível sem, contudo, perder a profundidade e a essência peculiares das grandes mensagens, mostrando que o conteúdo desta obra é resultado de um profundo trabalho de autoconhecimento da autora, em busca de um grande amor.
“Certamente, não é muito fácil sermos um e sermos dois ao mesmo tempo. Mas esta é a magia que o amor promove na vida das pessoas que estão dispostas a vivê-lo intensamente. Isso não significa que os medos e as dúvidas vão desaparecer ou se diluir pela força do amor. Esses são sentimentos que fazem parte da condição humana. O medo e a dúvida fazem parte do processo, de qualquer processo, de qualquer escolha, de qualquer comprometimento que fizermos ao longo de nossas vidas. Mas podem se tornar menores que o amor quando reconhecemos que os sentimos e, principalmente, quando podemos compartilhá-los com a pessoa amada.”




